Das Lutas

Coletivo

3ª Feira de economias Coletivas no Méier

No dia 14 de maio de 2016 ocorreu a 3ª Feira da Rede de Economias Coletivas. O evento aconteceu na praça Agripino Grieco, no méier, zona norte do Rio de Janeiro.

Grupos presentes: Grupo de Produção Coletiva – Chico Mendes (MCP), Roça Rio, Bazar du Bom, Instituto de Estudos Libertários, Núcleo Pró-Federação Libertária de Educação, Imprensa Marginal, Inimigos do Rei, Us Neguin Q Não C Kala, Ogrão de Bico, Aquilombar, Livraria Consequência, U-Dub 420 Sound Sistema, Circo ACAPS, Família Zero Bala. Apoio: SINDSCOPE, SINDIPETRO-RJ, Cafuné na Laje, Das Lutas e Coletivo de Mídia Independente.

” A Economia Coletiva tem como centro o ser humano, e não o lucro. Não explora ninguém porque não tem patrão. Trata-se de uma prática que tem como princípios: Autogestão, Democracia, Solidariedade, Cooperação e Respeito à Natureza.
Neste sentido, a prática de movimentos organizados em torno de princípios como autogestão e apoio mútuo vão de encontro à lógica individualista e exploratória do capitalismo, apontando para umaferramenta de transformação social (e, portanto, um meio, não um fim em si mesmo), onde os movimentos populares podem fortalecer suas lutas. Não podemos esquecer que sem romper com o próprio capitalismo não haverá uma vida e economia verdadeiramente coletivizadas, pelos limites que este impõe a estas e a outras iniciativas. Assim, o debate gira em torno destas e de outras questões relacionadas, como a autogestão do espaço urbano e a resistência popular e cultural nas favelas e nas áreas periféricas.

A Economia Coletiva é inspirada nos camponeses e indígenas que durante toda sua história fizeram inúmeras experiências de economia coletiva pra produzir e/ou comercializar seus produtos. Nas chamadas “comunidades primitivas”, ninguém era dono dos rios onde os humanos pescavam, das matas onde colhiam as frutas e dos animais que eram caçados para as pessoas se alimentarem. Hoje, frente ao desemprego massivo e diferentes formas de exploração econômica como os juros e a cultura do endividamento, a classe trabalhadora encontra na Economia Coletiva uma alternativa de sustento e de organização”.

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Informação

Publicado em 30 de maio de 2016 por em Para seguir lutando, Territórios Rebeldes.
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