Das Lutas

Coletivo

O que somos (sobre o coletivo)

Das Lutas de resistência dos povos das cidades, do campo, das florestas e das águas surge este coletivo.

Nos posicionamos abertamente por lutas e ferramentas de resistência e autodeterminação: somos pró lutas antirracistas e ações afirmativas, pró lutas LGBTT, pró lutas feministas e anti-patriarcado, pró lutas dos moradores das favelas, pelo amplo direito à cidade, por projetos e experiências de autogestão, organização e administração anti autoritária.

Entre nós, há raízes, experiências e corações de diferentes cidades e regiões Brasil afora e adentro, mas estamos fisicamente baseados na cidade do Rio de Janeiro. É possível que as lutas que ocorrem na metrópole fluminense recebam um volume maior de informações, uma vez que o grupo participa mais intensamente delas em seu dia a dia. Contudo, desejamos compartilhar aqui também pensamento e informação sobre as lutas de outras regiões. Serão bem vindas as contribuições de grupos, redes ou colaboradores individuais interessados em estabelecer parcerias. Nossa intenção é que isso se traduza ao longo do tempo por trabalhos conjuntos, apoio mútuo de divulgação, rede de informação, agendas comuns etc.

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7 comentários em “O que somos (sobre o coletivo)

  1. Vanessa Moutinho
    14 de julho de 2013

    Galera Das Lutas, cabe mais uma escritora nesse coletivo? Eu to super na disposição. No meu perfil do FB tem pequenos textos que tenho escrito, e ando precisando de espaço e companheiros pra amentar a dedicação. Gostei de vocês e gostei daqui. Aguardo contato. Abração! VALEU!

  2. Pingback: C o o l tura

  3. Ju Li
    29 de setembro de 2013

    Galera, acabo de assistir o video “restrospectiva…” e gostaria de saber se voces topam que eu faça uma legenda em espanhol para voces adicionarem e divulgar internacionalmente. Sou argentina, moro no Brasil ha 10 anos, professora da UFRJ e anarquista. Manifestante de nascimento, nas ruas desde que cheguei ao Rio. Topando, podem me contactar pelo fb.

    • Karoline Seraphico Joatinni
      15 de agosto de 2014

      Saiu lá da sua terra pra vir fazer anarquia aqui????? Foi expulsa, é? Volta pra lá e vai atrapalhar o seu país, que o nosso já tem bagunça o bastante pra vc vir fazer suas bagunças por aqui.

  4. Sophie
    22 de janeiro de 2014

    Somos aprendizes da Esperança, um grupo nascido no Vidigal em 1984, formado por jovens frances e brasileiros, em apoio ao trabalho artistico participativo desenvolvido atravez das artes… Exemplo que se demultiplicou em todas as parte e contribua ao desenvolvimento e promoçao social da juventude.

    Prosseguimos nossa luta em periferias de cidades grandes… tentando oferecer alternativas ao ocio e a falta de oportunidades culturais, para uma juventude discrente deste mundo…. tentando promover a auto estima de cada um, forjando cidadoes conscientes e participativos… Respeituosos e respeitados!

    E preciso resistir, mostrar que a arte, vetor de democracia, tem condiçao de modificar as mentalidades.

  5. Chris Bucão
    15 de agosto de 2014

    Por que será que ninguém coloca seu próprio rosto nas fotos?
    Qual é o motivo para a não aparição, se consideram que as discórdias e anarquias que provocam são válidas, honestas e para o bem da população brasileira em geral? Do que vocês têm medo?
    Quando se acredita de fato em alguma coisa, o Homem/Mulher de coragem vai à luta de cara limpa. Como se fazia no meu tempo – tempo de gente grande, que sabia por quê estava lutando (e não esta salada russa da luta de vocês, que não tem pé nem cabeça, eira nem beira).
    Lutar por algo é apresentar novas propostas. Falar mal, denegrir a imagem das pessoas com boatos mentirosos, não é luta. É covardia, mau caratismo, desonestidade, desvio de personalidade.
    Lutar pelo prazer de lutar, de destruir, apenas, não é luta – é doença. Quem faz isto sofre de desvio de personalidade, psicopatia. E, ao invés de sair gritando besteiras e fazendo arruaça, deveria se tratar.
    DESCUBRAM O ROSTO, MOSTREM A CARA, FAÇAM PROPOSTAS INTELIGENTES, FALEM A VERDADE SEMPRE (para não cair no descrédito popular) E VERÃO QUE SUA LUTA TERÁ ADESÃO DE MUITOS E UM RESULTADO POSITIVO. Aliás, é disso que o Brasil precisa!

    • Bocão
      16 de setembro de 2016

      Chris Bucão (melhor seria Chris Bocão), tu fala muito e não mostra nem a cara nem os trabalhos sociais em prática que, como você bem disse, “de gente grande”.
      Espero ansiosamente sua manifestação

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